Data: 17/11/2020 Tempo: 04min de leitura Categoria: Atualidade Visualizações: 77 visualizações
Por: Marcelo Bertoluci

A Retomada do Turismo reúne esforços dos setores público e privado, terceiro setor e Sistema S em conjunto com o Governo Federal para que o turismo retome plenamente as atividades de maneira gradual e planejada, voltando a gerar emprego e renda no país. O ano de 2020 iniciou com grandes expectativas para o setor de turismo. Antes da crise econômica causada pelo Covid-19, o setor de turismo do Brasil apostava no seu crescimento. O cenário de insegurança, em meio às medidas de distanciamento social, fez com que milhares de brasileiros cancelassem suas viagens e pôs em risco a sobrevivência do setor que responde por cerca de 8,1% do PIB e emprega cerca de 7 milhões de pessoas direta e indiretamente.

Após meses com o setor completamente paralisado, coube ao Ministério do Turismo liderar o processo de retomada da atividade em todo o Brasil. A aliança nacional que reúne poder público, iniciativa privada, terceiro setor e Sistema S tem o objetivo de fazer com que o setor retome plenamente suas atividades o quanto antes, voltando a gerar emprego e renda no Brasil, com segurança e responsabilidade. O pacote de medidas do Governo federal, denominado Retomada do Turismo, foi estruturado para contribuir para a recuperação econômica do país.

As ações são organizadas com as seguintes metas: preservação de empresas e empregos no setor de turismo; melhoria da estrutura e da qualificação de destinos; implantação dos protocolos de biossegurança; e promoção e incentivo às viagens. Segundo o Ministério do Turismo, as ações vão desde o reforço da concessão de linhas de crédito para capitalizar empresas do setor até a realização de obras de melhoria da infraestrutura dos destinos turísticos. As ações para a Retomada do Turismo deverão considerar os protocolos de biossegurança para os prestadores de serviços turísticos, turistas e comunidades receptoras; incentivar a conduta responsável de cada indivíduo e a prevenção à disseminação do Covid-19; definir medidas para a retomada do turismo de negócios e eventos, como feiras e congressos e convenções, segmento que também já se prepara para retornar, incentivar as viagens pelo Brasil, em especial as viagens a lazer, de forma responsável e segura; e a adotar medidas para melhorar a distribuição de turistas pelo País, priorizando o turismo em áreas naturais – visto que é uma tendência mundial no cenário pós-Covid-19.

Para alcance dos resultados pretendidos, o Ministério do Turismo poderá realizar parcerias com instituições públicas federais e estaduais, bem como com empresas privadas e entidades do terceiro setor, incluindo as do Sistema S, ligadas à cadeia produtiva do turismo desde que estas tenham abrangência e representatividade nacional. Para o desenvolvimento e a implementação dos programas, projetos e ações, essas parcerias poderão ser formalizadas por meio de instrumentos específicos com o Ministério do Turismo, como termos de adesão, acordos de cooperação e convênios.

Atualmente, a adesão à aliança Retomada do Turismo já conta com 32 entidades nacionais ligadas à cadeia produtiva do turismo onde cada instituição possui uma atribuição voltada para o retorno das atividades turísticas no país, algumas das ações foram iniciadas e implementadas antes mesmo da formação dessa aliança pela Retomada do Turismo. Entre as ações desenvolvidas pelos órgãos públicos, entidades do terceiro setor e Sistema S estão o incentivo a adoção do “Selo Turismo Responsável” e demais protocolos de biossegurança contra a Covid-19 pelos prestadores de serviços turísticos, turistas e comunidades receptoras, adesão à campanha promocional da Retomada do Turismo e à Campanha “Não cancele, remarque!” e disseminá-las aos empreendimentos dos municípios e estados onde estão localizados; bem como difundir informações sobre linhas de crédito disponíveis, por meio do Fundo Geral do Turismo – Fungetur principalmente às micro e pequenas empresas; além de ofertar cursos de qualificação para trabalhadores da linha de frente de atendimento ao turista; entre outros.

Enquanto as empresas privadas, além de participar por meio da adoção e aprimoramento dos protocolos de biossegurança, como o Selo Turismo Responsável; aperfeiçoar seus produtos e serviços à realidade pós-pandemia, fornecendo orientações aos turistas quanto ao cumprimento dos protocolos estabelecidos em seus estabelecimentos, incentivando a conduta responsável de cada indivíduo; Divulgar a campanha promocional da Retomada do Turismo e à Campanha “Não cancele, remarque!” em seus sites, redes sociais e outros canais de comunicação e; utilizar linhas de crédito do Fungetur, para auxiliar a manter os empregos no setor, entre outros.

Todos os cidadãos dos destinos turísticos receptores e os turistas, podem aderir a essa aliança pela retomada do turismo, por meio da adoção de condutas responsáveis e do cumprimento dos protocolos de biossegurança, como prevenção à disseminação do Covid-19, como as orientações do “Guia do Viajante Responsável”, que reúne entidades representativas do setor de viagens e turismo, em parceria com o Ministério do Turismo.

O momento é ideal para fazer com que o turismo brasileiro retome o ritmo de crescimento observado em 2019 voltando a desempenhar sua vocação, que é gerar emprego e renda para os cidadãos brasileiros. É importante ressaltar que todas as ações, projetos e iniciativas da Retomada do Turismo buscam resultados efetivos até 31 de julho de 2021.

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